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A Dieta da Vaga

O estudante é uma vítima constante do corre-corre entre escola, cursinho e outras atividades. Em meio ao desespero, a boa alimentação costuma ser trocada por sandubas carregados de gordura.

Como a qualidade do alimento influencia no rendimento intelectual, os especialistas aconselham que, pelo menos nesta reta final, a realidade seja modificada.

Se a refeição fora de casa for inevitável, escolha carnes magras, verduras e legumes. Gaste mais um pouco de dinheiro e, no lugar do refrigerante, peça um suco de frutas.

A nutricionista Vera Cristina Soares pega uma dieta diversificada, com carboidratos, fibras, hortaliças, proteína em quantidade moderada e frutas cítricas. “Isso evita a possibilidade de uma deficiência nutricional”, atesta ela. Outra boa dica é evitar a “gordura de adição” (óleos em geral) e o açúcar livre em excesso.

Além da diversificação, o ideal é comer menores quantidades mais vezes ao dia, para favorecer o trabalho digestivo. Deixar de tomar café da manhã e compensar tudo no almoço, por exemplo, nem pensar. As aulas de biologia ensinam que o cérebro, para funcionar, precisa de energia retirada da glicose.

A falta dela provoca queda de concentração. Na manhã da prova, a nutricionista aconselha que se faça uma refeiçaõ leve, de fácil digestão, com frutas, sucos, fibras e queijos leves.

Se a prova for à tarde, deve-se optar por carboidratos, evitar frituras e alimentos não convencionais, em nome do bom funcionamento gastrointestinal. “O estudante deve fugir da alimentação pesada antes da prova”, afirma Vera. “A concentração intelectual e o trabalho digestivo carregado são inimigos.”

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