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Crédito educativo

Graças a ele, é possível entrar em uma faculdade, concluir
um curso superior e superar a maior dificuldade dos alunos que não conseguem
uma vaga nas universidades públicas: pagar a mensalidade. Esse é o grande
desafio do aluno que ingressa em uma faculdade particular.

Manter a mensalidade em dia é tarefa difícil. Por isso,
apenas 52% dos alunos que freqüentam faculdades particulares conseguem terminar
o curso.

A estudante edileuza está na faculdade de criação e produção
gráfica graças ao Prouni, um programa do Governo Federal que oferece bolsa
para alunos.

 Edileuza comprovou que não tinha condições
financeiras de entrar em uma faculdade e conseguiu uma bolsa integral.

"É muito caro o valor (da mensalidade). E ainda bancar
despesas de condução, alimentação e ainda por cima material. Não ia
dar", explicou a estudante Edileuza Ferreira de Moura.

No Brasil, o Governo Federal oferece duas opções para os
estudantes que não tem condições de arcar com os custos de uma faculdade.

O Fies e o ProUni são programas que oferecem bolsa
estudantil para os alunos que comprovem carência de recursos. As bolsas variam
de 25% a 100% do valor da mensalidade.

O secretário de Educação Superior do MEC, Ronaldo Mota,
falou com o Conversa Afiada por telefone.

Segundo o secretário, neste ano o MEC vai destinar pelo
menos R$ 400 milhões para os programas.

O MEC quer que mais estudantes tenham acesso ao crédito
educativo.

"A partir do ano passado nós resolvemos enviar ao
Congresso Nacional uma Lei que refurmulava o Fies e colava o Fies no ProUni. Ou
seja, a partir daí, esses dois programas que tinham uma relativa independência
passam a ter uma proximidade maior", afirmou Ronaldo Mota, secretário de
Educação Superior do MEC

Mas para quem não consegue se encaixar nos critérios
exigidos pelo governo existe a opção de um programa privado de financiamento
estudantil.

Bárbara sempre quis fazer um curso superior de estética.
Mas a mensalidade, de R$ 850 reais, era a grande barreira.

A estudante não se enquadrava nos critérios de comprovação
de carência do Governo Federal.

No entanto, uma mensalidade tão alta, não cabia no orçamento
da família. Foi aí que Bárbara decidiu contratar o financiamento privado.

"Quando você parcela fica mais fácil, eu tenho condições
de pagar a afaculdade", disse a estudante Bárbara do Nascimento.

Para ter acesso ao crédito universitário “Pravaler” não
é necessário comprovar carência nem ter cursado o ensino médio em escola pública.

É preciso que a renda da família ou do estudante seja duas
vezes superior ao valor da prestação do financiamento.

O aluno também deve escolher uma faculdade que seja
cadastrada ao programa.

"O Pravaler foi criado exatamente para beneficiar esses
alunos que não conseguem uma bolsa ou o Fies, um desses programas hoje que
precisam comprovar carência", disse Adelmo Inamura – diretor da Ideal
Invest.

Noventa e duas instituições de ensino superior de todo o
Brasil estão cadastradas no crédito universitário “Pravaler”.

Pelo site http://www.creditopravaler.com.br/
é possível simular o financiamento.

O estudante tem o dobro do tempo do curso para pagar a dívida
e os juros variam de 0,3% a 1,5% ao mês.

Por Conversa Afiada

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